Dia 24 de outubro, a aprendiz Daniela Hernandez em nome do corpo de aprendizes da ELT falou na câmara dos vereadores sobre nossas reivindicações e questões de comunicação com a prefeitura.
sexta-feira, outubro 25, 2013
Fala dos aprendizes na câmara
Dia 24 de outubro, a aprendiz Daniela Hernandez em nome do corpo de aprendizes da ELT falou na câmara dos vereadores sobre nossas reivindicações e questões de comunicação com a prefeitura.
terça-feira, outubro 22, 2013
A SAGA DA CORUJA
A seguir temos o mais recente episódio da saga de nossa coruja que apesar da grande pacência não é boba!
Para ver a saga completa, acesse o álbum na página do Facebook.
quarta-feira, outubro 16, 2013
Carta Aberta: Acerca das negociações de mestres e aprendizes da ELT com a diretoria de cultura da Prefeitura de Santo André
-->
A SAGA DA CORUJA
(peça em
alguns atos)
CARTA ABERTA
Acerca das
negociações de mestres e aprendizes da ELT com a diretoria de cultura da
Prefeitura de Santo André
Santo André, quatorze de outubro de 2013, segunda-feira. 10h30 da manhã. Na sala aberta da Escola Livre de
Teatro, encontraram-se reunidos os aprendizes Vinicius Vilas Boas, Daniela
Solano e Adriano Milan, o mestre e coordenador da escola Thiago Antunes,
juntamente com Silvia Costa, diretora de Cultura e um advogado da prefeitura da
cidade. A reunião configurou-se como espaço de negociações sobre o destino das
atividades da ELT, bem como a situação estrutural de seu prédio.
A diretora
de cultura Silvia Costa reafirmou que o Teatro Conchita de Morais terá que ser
interditado. Sem fornecer datas precisas, disse que isto ocorreria muito em
breve. Descartou a possibilidade de transferência da escola para qualquer outro
espaço que esteja sendo utilizado por outras atividades paralelas, para que não
haja problemas com agendamento e ocupação de salas. Desta forma, desconsiderou
a oferta inicialmente feita pelo secretário de governo Tiago Nogueira, acerca
do Centro de Formação de Professores, sediado na Rua Tirol. Silvia Costa ofereceu
como alternativa o espaço da Escola Livre de Cinema (que deverá ser transferida
para o Paço Municipal) na Chácara Pignatari para abrigar as atividades da ELT.
A
comunidade ELT questionou a possibilidade da transferência para a Chácara
Pignatari atender as demandas reais da escola, pelo fato do prédio oferecido
ser muito menor que atualmente abriga a escola, inclusive por não possuir um
teatro. A possibilidade de transferência antes do final do ano também foi
apontada como um grande problema, por conta dos prejuízos ao processo
pedagógico e às apresentações programadas. Uma vez que o prédio oferecido não
possui condições de sediar todas as atividades da ELT, a Comunidade reforçou
seu interesse em permanecer, se não totalmente, pelo menos em parte do prédio. Propôs
desta forma, que se realizasse um estudo conjunto sobre a possibilidade de
interdições parciais e medidas paliativas.
A diretora
de cultura apresentou a possibilidade da arquiteta Fátima Regina Tavella, do
setor técnico da secretaria, participar das próximas reuniões para este
planejamento. Ficou acordado que a diretora de cultura negociaria a permanência
da ELT em sua sede, pelo menos, até o final deste ano.
Outra
questão importante discutida foi acerca do orçamento para reforma da escola. A
diretoria de cultura também forneceu a informação de que não há orçamento previsto
de reforma para a ELT no próximo ano, e que o projeto da arquiteta Denise
Brasil não será realizado. Apenas medidas paliativas poderão ser feitas, com
uma verba destinada par manutenção e adequação dos teatros da cidade.
Na
discussão sobre os contratos dos mestres, outro assunto abordado, alegou-se,
por parte da diretoria, que os próximos pagamentos deveriam estar vinculados à
apresentação de um detalhado relatório, no qual deveriam constar os conteúdos
trabalhados por cada mestre durante o mês, aula a aula. O coordenador Thiago
Antunes questionou o valor jurídico desta cobrança, uma vez que o contrato não
prevê tal medida. A justificativa dada foi a de que o contrato “no todo”, e não
em alguma parte específica, solicita uma comprovação do serviço realizado de
forma “quantitativa e qualitativa”. O que o coordenador negociou com ela, seria
a possibilidade de o relatório conter apenas informações gerais sobre o
conteúdo durante o mês, e que o vocabulário utilizado será aquele corrente na
pedagogia da escola e de seus mestres. A diretora de cultura comprometeu-se em
enviar um ofício à escola e à cooperativa com o modelo que julga correto. O
advogado da cooperativa dará um parecer sobre esta solicitação.
Por fim,
houve ainda compromisso e garantia de algumas ações por parte da diretoria para
que as negociações avancem. Foi garantido que haveria uma reunião com
funcionários da ELT, esclarecendo a nova interlocução com a diretoria. Foi
garantida que haverá licitação para 2014 e que esta licitação levaria em consideração
sugestões dos mestres da escola. Comprometeu-se
também de apoiar na produção de material de divulgação das estreias
supramencionadas.
Em prontidão, os mestres e aprendizes da ELT, continuam as negociações,
esperando que os compromissos e garantias firmadas com a diretoria de cultura
da prefeitura de Santo André, tenham êxito.
quarta-feira, outubro 09, 2013
SOBRE A REUNIÃO de 07/10/2013 com a Diretora de Cultura Silvia Costa
Nesta segunda-feira, dia 07 de outubro de 2013, houve na Escola Livre de Teatro de Santo André uma reunião entre a Diretora de Cultura Silvia Costa, acompanhada de um membro do departamento jurídico da prefeitura, e representantes da ELT.
Começaram as negociações com relação à continuidade do projeto da Escola Livre de Teatro, e, neste sentido, os seguintes acordos foram firmados:
1- Abertura do processo licitatório para a contratação do corpo docente;
2- Garantia de que o texto da licitação estará pronto ainda este ano e que levará em conta as sugestões da comunidade ELT na sua formulação;
3-Garantia, apoiando-se nas declarações públicas do prefeito Carlos Grana, que a Escola Livre de Teatro voltará a funcionar no prédio da sua sede atual, caso haja a interdição do mesmo para a concretização de novas melhorias;
4-Confirmação de que a interlocução entre Escola Livre e Prefeitura será dará pela atual Diretora de Cultura Silvia Costa e não mais pelo Gerente de Formação Ivan Augusto, ao qual os funcionários respondiam até então;
5-Realização de reuniões semanais entre a Diretora de Cultura e os representantes da ELT, garantindo um diálogo aberto e a instauração dos acordos;
6-Atendimento ao desejo manifesto da comunidade ELT de dialogar com os demais equipamentos de formação cultural da cidade de Santo André com o suporte da Secretaria de Cultura.
Movimento ELT LIVRE
domingo, outubro 06, 2013
CARTA ABERTA sobre reunião com Grana
No dia 3 de outubro o aprendiz Vinícius Vilas Boas foi à Câmara Municipal de Santo André ler nossa carta aberta sobre a primeira reunião com Carlos Grana.
quinta-feira, outubro 03, 2013
ELT se pronuncia após reunião com o prefeito
No dia 2 de outubro, uma comissão de aprendizes, mestres e representantes da Cooperativa Paulista de Teatro se reuniu com o prefeito de Santo André, Carlos Grana. Aprendizes e mestres produziram um vídeo se pronunciando após os últimos acontecimentos.
CARTA ABERTA sobre a primeira reunião entre a ELT e o prefeito Carlos Grana
Hoje, dia 2 de outubro de 2013, ao fim de nossa contagem regressiva, o prefeito Carlos Grana, junto de uma comitiva, recebeu um grupo da Escola Livre de Teatro composto por mestres, aprendizes e diretores da Cooperativa Paulista de Teatro.
Na reunião a prefeitura reabriu o diálogo, e pediu um prazo até a segunda-feira, 7 de outubro, para dar respostas efetivas a respeito da repactuação dos acordos, visando a manutenção do projeto de autonomia pedagógica da ELT.
A prefeitura estabeleceu outra interlocutora, a nova diretora de cultura Silvia Costa, com um pedido de um voto de confiança na sua gestão a fim de restabelecer a deteriorada relação entre prefeitura e ELT – antes conduzida, de forma unilateral, desgastante e ineficiente, pelo até então Gerente de Formação Ivan Augusto.
O Movimento ELT LIVRE continua, mas agora à espera e ainda em alerta, até que as seguintes reivindicações propostas sejam discutidas:
1- Abertura da licitação para funcionamento da ELT a partir de 2014.
2- Autonomia dos processos pedagógicos, do uso do espaço e de seu calendário.
3- Compreensão do projeto ELT pelas gerências de Formação Cultural e de Teatro.
4- Planejamento de reforma do espaço, com manutenção da agenda de trabalho da escola na sua sede.
5- Troca imediata de funcionários não-engajados com suas funções, por outros que trabalhem colaborativamente em relação ao projeto.
6- Apoio e valorização institucional da ELT pela prefeitura.
7- Fim das tentativas de desmanche e/ou sabotagem dos trabalhos pedagógicos.
Estamos vigilantes e aguardando, já que nenhuma delas foi atendida e sequer foram tema deste diálogo neste momento. Salientamos a grande importância do apoio oferecido até agora pela sociedade civil e pela classe artística, e pedimos que continuem atentos e em prontidão para o que virá.
A sede da Escola Livre, o Teatro Conchita de Moraes, havia sido reaberta, mas os aprendizes e mestres continuarão a se reunir em fórum permanente já que o prédio aberto não é garantia da continuidade do projeto e nem das condições ideais para sua existência.
Que a ELT continue, mas da maneira como deve ser: LIVRE.
Movimento ELT LIVRE
Na reunião a prefeitura reabriu o diálogo, e pediu um prazo até a segunda-feira, 7 de outubro, para dar respostas efetivas a respeito da repactuação dos acordos, visando a manutenção do projeto de autonomia pedagógica da ELT.
A prefeitura estabeleceu outra interlocutora, a nova diretora de cultura Silvia Costa, com um pedido de um voto de confiança na sua gestão a fim de restabelecer a deteriorada relação entre prefeitura e ELT – antes conduzida, de forma unilateral, desgastante e ineficiente, pelo até então Gerente de Formação Ivan Augusto.
O Movimento ELT LIVRE continua, mas agora à espera e ainda em alerta, até que as seguintes reivindicações propostas sejam discutidas:
1- Abertura da licitação para funcionamento da ELT a partir de 2014.
2- Autonomia dos processos pedagógicos, do uso do espaço e de seu calendário.
3- Compreensão do projeto ELT pelas gerências de Formação Cultural e de Teatro.
4- Planejamento de reforma do espaço, com manutenção da agenda de trabalho da escola na sua sede.
5- Troca imediata de funcionários não-engajados com suas funções, por outros que trabalhem colaborativamente em relação ao projeto.
6- Apoio e valorização institucional da ELT pela prefeitura.
7- Fim das tentativas de desmanche e/ou sabotagem dos trabalhos pedagógicos.
Estamos vigilantes e aguardando, já que nenhuma delas foi atendida e sequer foram tema deste diálogo neste momento. Salientamos a grande importância do apoio oferecido até agora pela sociedade civil e pela classe artística, e pedimos que continuem atentos e em prontidão para o que virá.
A sede da Escola Livre, o Teatro Conchita de Moraes, havia sido reaberta, mas os aprendizes e mestres continuarão a se reunir em fórum permanente já que o prédio aberto não é garantia da continuidade do projeto e nem das condições ideais para sua existência.
Que a ELT continue, mas da maneira como deve ser: LIVRE.
Movimento ELT LIVRE
quarta-feira, outubro 02, 2013
Nota sobre a ELT por Ivan Cabral diretor executivo da SP Escola de Teatro
Sobre a ELT
Reconhecido centro de formação em artes cênicas, a Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT), criada em 1990 por Maria Thais e Celso Frateschi, se estruturou como referência na sistematização de uma pedagogia teatral exemplar e única.
Inspiradora direta do Projeto Político-Pedagógico da SP Escola de Teatro – Centro de formação das Artes do Palco, pela ELT tem passado, ao longo dos anos, os grandes nomes do pensamento e da formação teatral contemporânea.
Assim, foi com um misto de surpresa e tristeza que ficamos sabendo de seu fechamento.
Cada vez que uma instituição de ensino – e, neste caso, na melhor acepção da palavra – é fechada, perdemos todos. O investimento intelectual aplicado nesses 20 anos de existência do projeto, maior até que o financeiro, se esvai num corte seco.
Propostas e projetos que levaram anos para serem construídos e/ou formatados são simplesmente desconsiderados; discussões e pesquisas que poderiam alimentar toda uma geração ávida por compartilhar saberes são desprezados. Novamente, perdemos todos.
E quando olhamos para tudo isso e nos calamos, perdemos mais. Perdemos, inclusive, a oportunidade de dizer que não entendemos, não concordamos e consideramos um verdadeiro desrespeito para com a cultura o fechamento da ELT, principalmente sem um diálogo anterior.
* Ivam Cabral é diretor executivo da SP Escola de Teatro
Aprendizes realizam mais ações em prol do espaço!
Ontem, dia 1 de outubro, aprendizes da Escola Livre realizaram mais uma intervenção no espaço físico. Adequaram o piso do palco para a apresentação da Formação 15. Essa é mais uma atividade realizada pela autonomia da Escola e contra o processo de sabotagem que a mesma está sofrendo. Processo este intensificado por posturas de Raimundo Salles, Secretário de Cultura e pelo Gerente de Formação, Ivan Augusto. Nos manteremos em ação e esperando a reunião que ocorrerá nesta tarde.
A ELT continuará e da maneira como deve ser: ELT LIVRE!
Assinar:
Postagens (Atom)

