terça-feira, setembro 13, 2011

Conexão Escola Livre de Teatro de Santo André

A repórter Nádia Nicolau da TV UniABC esteve na Escola Livre de Teatro de Santo André e entrevistou a Coordenadora Pedagógica da escola, Juliana Monteiro.

domingo, setembro 04, 2011

Escola Livre de Teatro pede socorro - Diario do Grande ABC

CULTURA &LAZER

domingo, 4 de setembro de 2011 7:21

Escola Livre de Teatro pede socorro

Sara Saar
Do Diário do Grande ABC

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É lamentável o estado da Escola Livre de Teatro, em Santo André, que sofre progressivo sucateamento. Demandas se arrastam de muitos anos, mas agora chegaram ao limite. Não bastam paliativos.

Conferido pela equipe do Diário, o piso do Teatro Conchita de Moraes apresenta riscos em virtude de infiltrações no telhado. "Se você coloca dez aprendizes para fazer movimentos em conjunto, o chão vai cedendo. Se colocar 30 andando ou correndo, dá medo daquilo cair no fosso", conta a mestre Lucia Gaioto.

Montado pelo Núcleo de Formação 12, o espetáculo "Um Homem é Um Homem", inclusive, teve sessão prejudicada entre maio e julho. "Chegamos a ter apresentação debaixo de goteiras na frente do espectador. É para lá de lamentável", afirma o mestre Rogério Toscano.

Neste caso, a Prefeitura não forneceu nem o material gráfico, responsabilidade que sempre assumiu. "Durante a temporada, a Prefeitura ficou dizendo que daria essa divulgação, que nunca saía concretamente. Então, decidimos coletivamente fazer por conta própria", conta a aprendiz Lilian Ganzerla.

As peças também exigem novos equipamentos de som e luz. Enquanto "Um Homem é Um Homem" recebeu iluminação alternativa para se resolver, a peça "Londres Ri de Nós", do Núcleo de Formação 13, só obteve iluminação parcial, porque toda a aparelhagem está obsoleta.

Também são poucos os equipamentos para as salas de aula. "Não conseguimos fazer aquisição de DVD. Se quisermos aparelho de som, também não há investimento", afirma Toscano. Segundo Lilian, é comum aprendizes levarem equipamento de som de casa para as aulas.

Falta vontade política para investir na manutenção do projeto que é referência em todo Brasil. Questionada sobre as deficiências, a Prefeitura não apresentou, sequer, um prazo de execução. "O Teatro Conchita de Moraes foi recebido pela atual gestão com sua manutenção totalmente comprometida, por conta de anos sem reformas e reparos", justificou o diretor de Cultura, Pedro Botaro.

Em seguida, citou alguns reparos feitos desde 2009 como se bastassem. Se mudanças não forem realizadas em breve, o prédio pode ficar inviável para uso. "Impressão que se tem é que, inclusive, não existe respeito pela vida humana", diz o mestre Pedro Mantovani.

Uma reforma no telhado está prevista para outubro, mas é insuficiente como ação isolada. "Tenho receio de que seja provisória ou não se efetue com a proximidade do fim do ano", diz Lucia.

Mestres e aprendizes ainda aguardam o livro "Cadernos da ELT", que celebrava os 20 anos da escola em 2010. "A Prefeitura apresentou o projeto de publicação ao Conselho do Fundo de Cultura para comemorar a data, disponibilizando recursos para esse fim", afirma o diretor de Cultura. Fala-se somente que está em processo de execução. Até quando?

O que incomoda mestres e aprendizes é que a Prefeitura sabe de todas as precariedades e ainda fez muito pouco. "Eu fico me perguntando: "Por que a Prefeitura não age de maneira a preservar as condições materiais do prédio? Por que esperar que as coisas se tornem inviáveis?"", conta Mantovani.

A coordenadora administrativa Eliana Gonçalves é apontada como pivô dos problemas desde 2009, quando ocorreu o movimento "ELT em Alerta". "O governo chega e coloca uma pessoa goela abaixo em uma comunidade sem dialogar com ninguém. Essa pessoa começa a atrapalhar todo projeto que existe e causar desavença terrível com toda escola", afirma o aprendiz Flávio Marin.

Toda essa situação provoca indignação e desejo de que os problemas sejam resolvidos urgentemente. Uma nova mobilização, inclusive, não é excluída. "Vai depender da boa vontade política da Prefeitura para que as coisas aconteçam de maneira em que haja diálogo", explica Mantovani.

Os mestres não se deixam abater. "Colocamos balde, puxamos água e tudo o que estiver ao nosso alcance. A despeito do que vem acontecendo, o que nos leva a estar ali é o projeto, é a filosofia da escola que vem sofrendo, mas que vem, também, procurando se manter", afirma a coordenadora pedagógica Juliana Monteiro.

quarta-feira, agosto 24, 2011

Encontro com A Cia. Mevitevendo na ELT

O Núcleo de Máscaras e a Escola Livre de Teatro convidam para este encontro especial com a Cia. Mevitevendo dia 30/08 (terça) - das 14h às 17h, segue imagens e mais informações abaixo:



Dia 30 - das 14 às 17h na Escola Livre de Teatro

A Cia. Mevitevendo surgiu em 1998, ano em que Cleber Laguna e Marcia Fernandes, ambos formados em Artes Cênicas pela UFSM, mudaram-se do Rio Grande do Sul para São Paulo. Caracterizada como uma dupla de atores-criadores que concebe todos os elementos de seus espetáculos, tem nas artes visuais e no cinema de animação suas principais fontes de inspiração e referências. Pesquisando um modo muito particular de confecção e manipulação, a Companhia já colocou em cena desde pequeninas figuras de papel até uma gigantesca criatura habitada; histórias com início, meio e fim, e outras sem pé nem cabeça; espetáculos com bastante texto ou sem palavra alguma; sombras, luvas, objetos e máscaras. Seus bonecos já se apresentaram em diversas cidades brasileiras, na Europa e também viraram programa de televisão (TV Cultura e TV -Tim-Bum). A companhia dedica-se exclusivamente ao Teatro de Animação, com o qual desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa de linguagem. Suas investigações envolvem estudos teóricos e práticos que tratam da relação do ator com bonecos e máscaras – e tudo que juntos são capazes de criar, sugerir e provocar.

FONTE: Palco teatral - http://palcoteatral.blogspot.com/2011/01/cia-mevitevendo-teatro-de-animacao.html

sábado, julho 30, 2011

10 anos de ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo

CINEMA: SÍNTESES E MULTIPLICIDADES no abc

em comemoração aos 10 anos de ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo, que integra

a 22ª Mostra de Vídeo de Santo André.

01 de AGOSTO – segunda – 19h30

LOCAL: Auditório Heleni Guariba

Curtas produzidos pelos alunos do Núcleo de Formação da Escola Livre de Cinema e Vídeo – Turma-5:

VAGALUMES

(ficção / 10’ / 2011 / ELCV Santo André / classificação: 12 anos)

Cristiano ingressa em um seminário para se dedicar aos estudos religiosos. Lá conhece Fernando, um outro estudante. Os dois desenvolvem uma relação íntima e enfrentam os conflitos da situação.

direção e roteiro: Paulo Oliveira Junior / produção: Isabela Monteiro Kayo / direção de fotografia: Juliano Angelin /direção de Arte: Rodrigo Didds e Lilian Gish / som direto: Suelen Castro e Bruno Amorim / direção de elenco: Gilberto Xis – S’an Sant’Ana / edição: Suelen Castro e Bruno Amorim / ass. de direção: Rafael Batalhão / assistentes de produção: Sabrina Rauseo – Wellington Darwin / assistentes de arte: Suely Durden / ass. de fotografia: Jamile Tasso /locação: Alex Mountfort / elenco: Luis Felipe Nascimento – Yuri Martins – Odilson Pires – Rafael Batalhão.

QUANDO AS PARALELAS SE ENCONTRAM?

(ficção / 8’ / 2011 / ELCV Santo André / classificação: 12 anos)

Jonas passa a maior parte do seu tempo na internet, envolvido com jogos virtuais e isolado do mundo. Débora, sua namorada, tenta tirá-lo desse universo tecnológico que impede um relacionamento real.

direção: Anderson Demário / produção: S’an Sant’Ana / direção de fotografia: Diego 46 / direção de arte: Lucila Maia / som direto: Eduardo Gabriel Alves – Anderson Xavier – Júlio César Versolato / roteiro: Cleyton Viana /edição e montagem: Rogério Pellilli – Anderson Demário – Cleyton Viana / edição de som: Eduardo Gabriel Alves / ass. de direção: Andrews Nascimento e Gilmar Saints / assistentes de produção: Andrews Nascimento e Paulo Lapinski / ass. de arte: Diego 46 / ass. de fotografia: Andréia Justino / preparação de elenco: S’an Sant’Ana – Anderson Demário – Cleyton Viana de Lima / elenco: Juliana de Paula Teodoro – Bruno Zamara Porto – Lucila Maia.

BATE-PAPO COM LUÍS ALBERTO DE ABREU:

POR QUE FAZER CINEMA NO GRANDE ABC?

Luis Alberto de Abreu , dramaturgo e roteirista, em seus 28 anos de carreira já conta com mais de 40 peças teatrais – escritas e adaptadas. Ao lado da diretora Eliane Caffé, roteirizou os premiados longas: “Kenoma”, “Narradores de Javé”,“O Sol do Meio Dia”. Roteirizou as minisséries “Hoje é Dia de Maria”, “A Pedra do Reino”. Luís Alberto de Abreu escreveu a minuta de criação da ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André.

02 de AGOSTO – terça – 18h30

LOCAL: Teatro do Sesc Santo André

O FILME QUE EU FIZ PARA NÃO ESQUECER

(documentário / 3’ 22’’ / 2011 / SP / Brasil / classificação: livre)

direção: Renato C. Gaiarsa

Durante uma viagem ao Uruguai, ele filmou sua namorada. Depois que se separaram, filmou o apartamento vazio onde os dois moravam. Como resultado, fragmentos da memória de um romance. (16º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários – Brasil / 39º Festival Internacional de Cine de Huesca – Espanha / DC Shorts 2011 [Washington – EUA] – competição oficial de curtas).

BATE PAPO COM REALIZADORES DO GRANDE ABC:

CINEMA A CUSTO ZERO, POR QUE FAZER?

Realizadores convidados para lançarem reflexões: Diaulas Ulisses, Edson Costa, Thiago Fernandes, Rubens Nê Viana e Renato C. Gaiarsa.

Diaulas Ullysses – é videomaker, diretor, radialista, produtor, ator e professor de audiovisual. Coordenador do Cine Eldorado de Diadema. Atuou em filmes como: “A Grande Noitada”, “Garotas do ABC”, “Bocage – o Triunfo do Amor”.

Edson Costa – ator, produtor e diretor. Estudou na ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo. Em 2010, foi coordenador da Oficina de documentário sócio-ambiental no Jardim Keralux, zona leste de São Paulo. É integrante da Corja Filmes.

Thiago FernandesOrientador de atividades do Ponto de Cultura – Comunidade Audiovisual. É fotógrafo documentarista da AVD – Artes Visuais Diadema. Integra o grupo de ações cinematográficas Pitan Filmes. Realiza ações no Cineclube Cinema Digital.

Rubens Nê Viana – Formado pela ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo. Ganhador do Festival do minuto 2009 com o curta de ficção “A menina e o Defunto”. Integrante da produtora (R)existência Filmes.

Renato C. Gaiarsa – Pós-graduação em análise de TV, cinema e vídeo. Integrou a mesa-redonda “A Produção Baiana de Vídeo: vencedores do XIV Gramado Cine Vídeo” em Outubro de 2006, pela IX Semana de Mobilização Científica – SEMOC.

02 de agosto – terça – 20h

LOCAL: Teatro do Sesc Santo André

MOSTRA RETROSPECTIVA DE TRABALHOS PRODUZIDOS POR ALUNOS DA

ESCOLA LIVRE DE CINEMA E VÍDEO

ENTRE AS FOLHAS E AS ÁRVORES – (Núcleo Primeiro Foco)

(ficção / 8’ 45’’ / 2010 / classificação: livre)

orientadores: Alex Moletta – Simone Alessandra.

PUNK S.A. – (Núcleo Santo André Documenta)

(ficção / 20’30’’/ 2010 / classificação: 10 anos)

realizadores: Tina Curtis – Rafael Batalhão – Ary Neto – Aline Pegorin / orientação: Bruno Carneiro.

A ÚLTIMA COMPOSIÇÃO – (turma-1)

(ficção / 18’ / 2002 / classificação: 12 anos)

direção: João Emerson

O CRIME DO PATO BRANCO – (turma –2)

(ficção / 15’ 40’’ / 2006-2007 / classificação: 10 anos)

direção: Flávio Dias

ÓPERA DE ARAME – (turma – 3)

(ficção / 4’ 10’’ / 2008 / classificação: 10 anos)

direção: Edson Costa

O POÇO E O TEMPO – (turma – 4)

(ficção / 6’ / 2009 / classificação: 10 anos)

direção: Rodrigo Kabral

3TENTO – (turma – 4)

(ficção / 4’ 19’’ / 2010 / classificação: 12 anos)

direção e roteiro: Bruno Reinoldes

SOB PRESSÃO – (turma –5)

(ficção / 3’ 55’’ / 2010 / classificação: livre)

Direção: Cristiane Rafael dos Santos Gelain.

GÓRGONAS – (turma –5)

(ficção / 2’ / 2010 / classificação: livre)

direção: Wellington Darwin

TUTTI MARIA (COSCO COIFA)*

(ficção / 20’ / 2010 / classificação: 14 anos)

direção e roteiro: André Brazinéis

* trabalho independente produzido por alunos da turma-4 da ELCV.

03 e 04 de agosto – quarta e quinta – 19h30

LOCAL: Auditório Heleni Guariba

WORKSHOP: LEIS DE INCENTIVO PARA O AUDIOVISUAL

· Necessário realizar inscrição, enviando de carta de interesse e breve currículo para o email: cinemaevideo@santoandre.sp.gov.br / 80 vagas.

ORIENTAÇÃO: José Mauricio Fittipaldi – Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Sócio da “Cesnik, Quintino e Salinas Advogados”. Já atuou como Professor dos cursos de pós-graduação em Produção Executiva para Cinema da Academia Internacional de Cinema, para o Instituto Europeo di Design, e para a FAAP – Fundação Álvares Penteado. Atua como consultor de empresas e entidades do terceiro setor na área de empreendimentos culturais e incentivos fiscais à cultura. Escreve freqüentemente para a “Revista de Cinema”.

05 de agosto – sexta – 19h30

LOCAL: Auditório Heleni Guariba

Curtas produzidos, como Trabalhos de Conclusão de Curso, pelo Núcleo de Formação / Turma- 4 da Escola Livre de Cinema e Vídeo.

OITO PÉS

(ficção experimental / 10’ / work in progress / classificação: livre)

Dana, uma bailarina em determinado momento, sem aviso, entra em crise com o espaço, e sua dança é algo que não mais existe ou se perdeu? Ela procura nos espaços da cidade redescobrir a Dança, a sua dança, e resolver-se. Mas espaço, ainda que plataforma de dança, é da vida também: em comum com Dana, em que Hernani, Stella e seu ex-namorado vivem? Trata-se de um estudo para um longa, um processo investigativo sobre as relações entre a dança e o cinema.

roteiro, direção e edição: Angelo Szamszoryk Fierro Davi

HORAS

(ficção / 15’ / 2011 / ELCV / classificação: livre)

Relojoeiro de profissão, João carrega um segredo que afeta todos a sua volta. Lourdes, sua esposa, desconfia das atitudes de João e supõe que ele tem um caso com Célia, a bela vizinha que a incomoda. O segredo de João desencadeará uma série de acontecimentos em volta desta família.

direção e roteiro: Gica Duarte

22ª MOSTRA DE VÍDEO DE SANTO ANDRÉ

VELHO MUNDO

(ficção / 13’ / 2010 / SP / Brasil / classificação 12 anos)

direção: Armando Fonseca

Uma misteriosa substância contamina o encanamento do prédio onde mora o casal Laerte e Mônica. As desconhecidas propriedades da substância vêm à tona quando o casal se encontra numa relação presa e predador.

JULIE, AGOSTO E SETEMBRO

(ficção / 8’ 6’’ / 2011 / SP / Brasil / classificação: livre)

direção: Jarleo Barbosa

Julie é uma suiça que acabou de se mudar pra Goiânia. Pouco a pouco, ela tenta entender a cidade. Até se transformar em uma parte dela.

MENINA DA CHUVA

(animação / 6’/ 2010 / RJ / Brasil / classificação: livre)

direção: Rosaria

Bolas azuis para meninos azuis. Bonecas vermelhas para meninas vermelhas.

O SOM DO TEMPO

(documentário / 10’ / 2010 / CE / Brasil / classificação: livre )

direção: Petrus Cariry

O concreto avança contra Dona Maria, mas ela segue em frente, com toda calma do mundo.

POR UMA NOITE APENAS

(ficção / 14’ 5’’ / 2009 / RS / Brasil / classificação: 12 anos )

direção: Marcio Reolon

O jovem Ian vai num prostíbulo e paga pelos serviços de Isabelle. Contudo, pede que conversem antes do programa.

AO VIVO DE BERGUE

(ficção / 13’ / 2011 / ES / Brasil / classificação: 10anos)

direção: Paulo Sena

Rosemberg liga a TV e acompanha ao vivo, em todos os canais, um sequestro inusitado e atemporal: ele mesmo mantendo uma refém em sua própria casa. Culpado ou inocente? Existe verdade no que vemos?

BREVE PASSEIO

(ficção / 15’ / 2009 / BA / Brasil / classificação: 10anos)

direção: Rafael Jardim

Margarida foi deixada num asilo pelo filho que prometeu buscá-la após o nascimento do bebê. Alguns anos se passam e Margarida continua no asilo, onde fez amigos e agora planeja um passeio para conhecer sua neta.

06 de agosto – sábado – 15h

LOCAL: Teatro do Sesc Santo André

Exibição dos trabalhos produzidos pelo Núcleo: Santo André Documenta, da ELCV, e bate-papo com os produtores e com o orientador Bruno Carneiro.

SEXO, GAIARSA E EU

(documentário / 15 ‘/ 2011 / ELCV / classificação: 12 anos)

O resgate de alguns aspectos da obra de José Angelo Gaiarsa, no tocante a sexualidade, e a pergunta: a revolução sexual iniciada na década de 60 já se concretizou?

realizadores: Wellington Darwin – Tony Shigueki Nakatani – Cristina Assunção

PERNOITE

(documentário / 15’ / 2011 / ELCV / classificação: 12 anos)

Toda noite, a cidade esconde e revela personagens, desejos reprimidos, fetiches, vontades, dualidades. Uma volta no carro com a travesti Sheyla, pelas ruas do centro de São Paulo, conta um pouco de sua história e penetra neste curioso universo.

direção – fotografia e roteiro: Cibele Appes – Eduardo Alves / montagem: Cibele Appes / música original“Esquinas”: Eduardo Alves (letra e música) – Didi Monteiro (voz) / depoimento: Sheyla Sayson / voz off: Wesley Ursão /performance: Evelyn Ligocki.

OCUPA. FIQUE A VONTADE

(documentário / 15’ / 2011 / ELCV / Classificação: 12 anos)

A vontade de fazer arte, seja qual for a linguagem, é sempre latente. Vamos mostrar o quanto isto é real e, desta forma, estimular diversos outros artistas a analisar a cidade como um instrumento, a galeria de arte perfeita para quem quer produzir, passar a mensagem, mas sempre é “barrado” por não ter um espaço para isso. Um local abandonado pode ser apenas um local abando nado, mas a cidade para nós é o espaço perfeito para mostrar que a democratização da arte começa na rua, no asfalto, no urbano. Então, você quer ocupar também?

direção: Eduardo Gabriel Alves – produção: Mariana Pardo / Jeniffer Souza / Marina Rosmaninho – direção de fotografia: Mariana Pardo e Marina Rosmaninho / edição: Vinicius Souza – Natália Angeotti – Guilherme Genereze –atriz: Jennifer Souza.

06 de agosto – sábado – 17h

LOCAL: Teatro do Sesc Santo André

O BANHEIRO DO PAPA

(ficção / 97’ / 2007 / Brasil – França – Uruguai / classificação: 10 anos)

direção: César Charlone / Enrique Fernández

1988, cidade de Melo, na fronteira entre o Brasil e o Uruguai. O local está agitado, devido à visita em breve do Papa. Milhares de pessoas virão à cidade, o que anima a população local, que vê o evento como uma oportunidade para vender comida, bebida, bandeirinhas de papel, souvenires, medalhas comemorativas e os mais diversos badulaques. Beto (César Trancoso), um contrabandista, decide criar o Banheiro do Papa, onde as pessoas poderão se aliviar durante o evento.

APÓS A EXIBIÇÃO HAVERÁ UM BATE PAPO COM DANIELA GILLONE e CECÍLIA ANTAKLY.

Daniela Gillone – Professora e pesquisadora de cinema com pós-doutorado pelo Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP. Seus últimos trabalhos são voltados para o cinema latino-americano. Entre eles se destaca a coordenação dos cursos de extensão universitária Cinema e Identidade (2009), Cinema Contemporâneo (2010) e Estética e Política do Cinema na América Latina (2011), promovidos pelo Memorial da América Latina. Pesquisadora do grupo de estudos Cinema e Vanguardas e Cinema Latino-Americano – integrado a UNIFESP e CNPq.

Cecília Antakly – Possui mestrado em Produção de Cinema e Televisão, pela Universidade de Bristol, Reino Unido (1998) e doutorado em Cinema pela Universidade de Londres, Reino Unido (2006), sob orientação da Prof. Laura Mulvey. Ministrou aulas na Universidade de Leeds, Birkbeck College - Universidade de Londres (Inglaterra), Taipei National University of the Arts (Taiwan), Universidade de São Paulo e foi Professora de Montagem no curso de Imagem e Som da UFSCar.

06 de agosto – sábado – 19h30

LOCAL: Teatro do SESC Santo André

Curtas produzidos, como Trabalhos de Conclusão de Curso, pelo Núcleo de Formação / Turma- 4 da Escola Livre de Cinema e Vídeo.

OS 3 HOMENS FRIOS

(ficção / 8’ 34’’ / 2011 / ELCV / classificação: 12 anos)

Movidos pelo desejo de vingança, três amigos vão à procura do assassino da irmã de um deles, sem mensurar as consequencias.

direção e roteiro: Diego Urbaneja

AGEUSIA
(ficção / 15’ / 2011 / ELCV / classificação: 14 anos)


"Só percebe o sabor da comida quem sentiu fome". Ageusia conta a história de Glória, cozinheira de um restaurante familiar, que depois de um trauma emocional perde completamente o paladar e começa a ter estranhas experiências com comidas e sabores.


direção: Maria Margarida Amorim – Jorge Pezzolo.

22ª MOSTRA DE VÍDEO DE SANTO ANDRÉ

ATROZ

(ficção / 9’ 50’’ / 2009 / Espanha / classificação: livre)

direção: Francisco Alvarez

ATROZ é um singular urso de pelúcia, deteriorado e mal-humorado, que tem como dona a LUA, uma menina pequena que vê nele seu melhor amigo. Este narra todas as suas desventuras para fugir das incessantes caricias, mimos e jogos de LUA.

RAÍ SOSSAITH

(animação / 10’ / 2011/ SP / Brasil classificação: 14 anos)

direção: Thomate

Os melhores momentos do programa de colunismo social do glorioso Atail Menezes.

SIMPATIA DO LIMÃO

(ficção – comédia / 9’ 33’’ / 2011 / RJ / Brasil / classificação: 12 anos)

direção: de Miguel de Oliveira

Joana foi à cartomante Madame Silmara e, para que ela traga o seu marido de volta, Joana faz a Simpatia do Limão e consegue seu objetivo. Joana conhece outro homem e quer desfazer o feitiço. Coisas surpreendentes podem acontecer.

TEMPO DE CRIANÇA

(ficção / 12’ / 2010 / RJ / Brasil / classificação: 10 anos)

direção: Wagner Novais

Uma construção dramática e poética sobre o cotidiano de uma menina, que tem que ser grande quando a mãe não está em casa.

RETROVISOR

(ficção / 14’ 52’’ / 2010 / SP / Brasil / classificação: 10 anos)

direção: Eliane Coster

Para ajudar o pai, garoto lava vidros de carro no farol. Certo dia ele acha um rolo de filme fotográfico na rua e passa a fantasiar o conteúdo das imagens ao mesmo tempo em que tenta revelar o filme.

PIMENTA

(ficção / 15’ / 2010 / SP / Brasil / classificação: 10 anos)

direção: Eduardo Mattos

Anos sessenta. Não fosse a garrafa de pimenta que seu pai ganhara de presente, seria uma tarde qualquer para Zeca. Era uma garrafa linda, mas muito perigosa. Ele tinha que se livrar dela.

O VERMELHO DE SELARON

(documentário / 4’ 43’’ / 2010 / RJ / Brasil / classificação: 10 anos)

direção: Rafael Bacelar e Rodolfo Gomes

Um retrato do pintor Jorge Seláron, que trabalha há mais de 20 anos decorando uma grande escadaria no Centro do Rio de Janeiro com azulejos de diversas partes do mundo.

ÚLTIMO CASO

(ficção / 14’ 55’’ / 2010 / SP / Brasil / classificação: 12 anos)

direção: Erez Milgrom

Um matador de aluguel é contratado para matar as saudades.

07 de agosto – domingo – 15h

LOCAL: Auditório Heleni Guariba

CORPO

(ficção / 85’ / 2007 / Brasil / 12 anos)

Em São Paulo, ossos são desenterrados de uma vala comum e levados ao Instituto Médico Legal. O descobrimento agita a vida do médico-legista Artur (Leonardo Medeiros), que até então vivia enterrado até o pescoço de tédio. Ele recebe a ajuda de sua supervisora Lara (Chris Couto) para identificar os ossos, que podem ser de guerrilheiros. O filme participou do Festival de Cinema de Tiradentes-MG, Mostra Internacional de São Paulo e o Festival de Cinema do Rio Mostra: Premiere Brasil - Novos Rumos (2007), Festival de Cinema Brasileiro de Buenos Aires (2008), Festival de Cinema Brasileiro de Miami (2008).

Após a exibição haverá um bate-papo com os diretores do filme.

Rubens Rewald e Rossana Solglia – Os diretores se conheceram no curso de cinema da ECA/USP, onde atualmente Rubens é professor de roteiro. Realizaram os curtas Rosas Mortas (1991), Cânticos (1992) e o premiado Mutante (2002), selecionado para o Festival de Clermont-Ferrand na França. Este primeiro longa traz suas principais marcas de estilo: experimentação narrativa e tramas urbanas.

07 de agosto – domingo – 19h30

LOCAL: Teatro do SESC Santo André

Curtas produzidos, como Trabalhos de Conclusão de Curso, pelo Núcleo de Formação / Turma- 4 da Escola Livre de Cinema e Vídeo.

LACÔNICA

(ficção / 15’ / 2011 / ELCV / classificação: 14 anos)

Ravenna é uma garota surda que, após a morte de sua mãe, herda a responsabilidade em cuidar de Rômulo, seu irmão mais velho e deficiente mental, e a manufatura dos famosos doces de abóboras no vilarejo em que vivem. Dividida entre a feitura dos doces e os cuidados com o irmão, a rotina de Ravenna é quebrada por Midori que, após anos de afastamento do vilarejo, retorna e traz à tona segredos do passado de Ravenna e põe em risco a manufatura dos doces abóbora.

direção: João Marcelo Estrada

22ª MOSTRA DE VÍDEO DE SANTO ANDRÉ

EU QUERIA SER UM MONSTRO

(animação / 8’ / 2009 / RJ / Brasil / classificação: livre)

direção: Marão

O cotidiano de uma criança com bronquite.

SOPA

(ficção / 1’ / 2010 / SP / Brasil / classificação: livre )

direção: Ricardo Padovani Sanches

Resgatando a linguagem do cinema mudo. Um malandro atazana os clientes de seu pequeno comércio.

REC PAUSE

(ficção / 15’ / 2009 / SP / Brasil classificação: 10 anos)

direção: Bruno Carneiro

Papai tem uma filmadora nova...

TIMING

(ficção – animação / 8’ / 2010 / SP / classificação: 10 anos)

direção: Amir Admoni

Um jovem homem de negócios se transformou num escravo voluntário do tempo. Timing usa cenas gravadas misturando-se a técnicas de animação em 3D para criar uma realidade fantástica em que o personagem fica literalmente aprisionado dentro de um relógio de uma estação de trem.

O CONTROLE DOS ZUMBIS

(ficção – comédia – terror / 10’ 53’’ / 2009 / SP / classificação: 12 anos)

direção: Gabriel Marzinotto

A Família de Pedro não poderia imaginar que existia um zumbi aprisionado no porão da casa que eles acabaram de comprar. E o que deveria ser um novo lar vira uma disputa com mortos-vivos, entre rituais de purificação e humanos em fúria.

O GUARDADO

(ficção / 12’ 27’’ / 2010 / MT – SP / Brasil / classificação: 12 anos)

direção: Marcelo Felipe Sampaio e Paulo Alvarenga

Um homem se muda para uma aldeia de índios Kadiwés Na tribo, ele se vê em contato com uma cultura totalmente diferente. Até que um dia ele vive uma experiência mística e descobre que uma lenda de mais de 200 anos ainda assombra a região.

21 de agosto – domingo – 15h

LOCAL: Auditório Heleni Guariba

UMA NOITE EM 67

(documentário / 93’ / 2010 / Brasil / classificação: 12 anos)

Final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, em 21 de outubro de 1967. Com imagens de arquivos e apresentações de músicas como “Roda Viva”, “Alegria Alegria”, “Domingo no Parque”, e “Ponteio”, o filme registra o momento do tropicalismo, os rachas artísticos e políticos na época da ditadura e a consagração de nomes que se tornaram ídolos até hoje no cenário musical brasileiro.

Após a exibição haverá um bate-papo com o diretor do filme, e crítico de cinema, Ricardo Calil.

Ricardo Calil é diretor, ao lado de Renato Terra, do documentário “Uma Noite em 67”, seu primeiro filme. Como jornalista, ele atua em várias frentes: é diretor de redação da revista “Trip”, crítico de cinema do jornal “Folha de São Paulo”, titular do blog cinematográfico Olha Só, no portal iG.

Auditório Heleni Guariba (Teatro Municipal)

Praça IV Centenário, s/nº - Centro – Santo André

SESC Santo André

Rua: Tamarutaca, 302

Vila Guiomar – Santo André

Informações:

escolalivredecinema.wordpress.com

www.sescsp.org.br

www.santoandre.sp.gov.br

(11) 4997-2155

(11) 4997-1167